Rito Celebrativo - Posse Canônica
Rito de Posse - Diocese do Planalto
Sobe a o Manto de:
Nossa Senhora Aparecida
1. A posse de um novo pároco seja acompanhada diligentemente pelos que o acompanham.Antes ou durante a celebração da tomada de posse, faça o novo pároco a devida profissão de fé e o juramento.
2. Preside a celebração de tomada de posse o Bispo diocesano ou um outro presbítero ou bispo por este designado.
3. Para que se proceda a tomada de posse do novo pároco exige-se que se tenha em mãos, a bula de provisão, enviada pelo Bispo diocesano, no qual nomeia o novo pároco para aquela paroquia.
4. É de grande valor que a posse e apresentação do novo pároco ocorra durante a missa.
5. O novo pároco procure anunciar o evangelho do dia.
RITOS INICIAIS
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
ANTÍFONA DE ENTRADA
Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Meus pensamentos são de paz e não de aflição, diz o Senhor. Vós me invocareis e hei de escutar-vos, e de todos os lugares reconduzirei vossos cativos. (Cf. Jr 29, 11. 12. 14)
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se com os ministros ao altar, enquanto se executa o canto de entrada.
Chegando ao altar, faz com os ministros uma profunda inclinação, beija o altar em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa a cruz e o altar. Depois se dirige com os ministros à cadeira. Terminado o canto de entrada, o sacerdote e os fiéis, todos de pé, fazem o sinal da cruz, enquanto o sacerdote, voltado para o povo, diz:
Pres.:Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O povo responde:
℟:Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o: Após a saudação geral, o bispo acolhe o que foi nomeado:
Pres.: Filhos caríssimos, que seja feita a leitura da profissão deste nosso reverendíssimo irmão, no qual, tomará a posse nesta devida paróquia.
Profissão de Fé
no presbitério da paroquia, sempre diante do Bispo ou do seu delegado.
A profissão de fé, pode dar-se antes da missa ou durante esta, após a homilia.
Assim, no presbitério da paroquia e paramentado, o novo pároco diz:
Pode-se ainda o novo pároco fazer o juramento de fidelidade.
O novo pároco impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
T: Amem.
A profissão de fé, pode dar-se antes da missa ou durante esta, após a homilia.
Assim, no presbitério da paroquia e paramentado, o novo pároco diz:
Eu N. creio firmemente e professo todas e cada uma das verdades contidas no Símbolo da Fé, a saber:
Creio em um só Deus, Pai Todo-Poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E por nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus: e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
Com firme fé também creio tudo o que na palavra de Deus escrita ou transmitida se contém e que é proposto como divinamente revelada e de fé pela Igreja, quer em solene definição, quer pelo magistério ordinário e universal.
Firmemente também acolho e guardo todas e cada uma das afirmações que são propostas definitivamente pela mesma Igreja, a respeito da doutrina sobre a fé e os costumes.
Enfim presto minha adesão com religioso acatamento de vontade e inteligência as doutrinas enunciadas, quer pelo Romano Pontífice, quer pela Conferencia dos Bispos, ao exercer o Magistério autêntico, ainda que não sejam proclamadas por ato definitivo.
Pode-se ainda o novo pároco fazer o juramento de fidelidade.
O novo pároco impondo sua mão direita sobre o evangeliário, diz:
Eu, Pe. N., ao assumir o Ofício de Pároco da Paróquia N.,
Diocese do Planalto prometo conservar sempre a comunhão
com a Igreja católica, quer em palavras por mim proferidas, quer em
meu procedimento.
Com grande diligência e fidelidade desempenharei os ofícios, pelos
quais estou ligado em função da Igreja, tanto universal, como particular,
na qual, conforme as normas do direito, sou chamado a exercer meu
ofício.
Ao desempenhar meu ofício, que em nome da Igreja me foi
conferido, guardarei integralmente o depósito da fé, que com fidelidade
transmitirei e explicarei; quaisquer doutrinas, portanto, contrárias a este
depósito, serão por mim evitadas.
Hei de seguir e promover a disciplina comum de toda a Igreja, e
acatar a observância de todas as leis eclesiásticas, sobretudo aquelas
que estão contidas no Código de Direito Canônico.
Com cristã obediência seguirei o que declaram os sagrados
Pastores, como autênticos doutores e mestres da fé ou o que
estabelecem como orientadores da Igreja, e prestarei fielmente auxílio
aos Bispos Diocesanos, a fim de que a ação apostólica, a ser exercida em
nome e por mandato da Igreja, se realize em comunhão com a mesma
Igreja.
Assim Deus me ajude e os Santos Evangelhos, que toco com minhas
mãos.
T: Amem.
Neste momento, a celebração ocorre como de Costume.
Em seguida, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo com a seguinte fórmula:
Pres.:A graça de nosso Senhor Jesus Cristo,
o amor do Pai
e a comunhão do Espírito Santo
estejam convosco. (Cf. 2Cor 13, 13)
O povo responde:
℟:Bendito seja Deus, que nos reuniu no amor de Cristo.
Seguem-se as invocações Senhor, tende piedade de nós (Kýrie, eléison), caso já não tenham ocorrido no ato penitencial:
Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison
℟. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison
Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison
℟. Cristo, tende piedade de nós. Ou: Christe, eléison
Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison
℟. Senhor, tende piedade de nós. Ou: Kýrie, eléison
Ocorrendo o tempo Pascal, recitasse o Hino de Louvor:
Glória a Deus nas alturas,
e paz na terra aos homens por Ele amados.
Senhor Deus, rei dos céus,
Deus Pai todo-poderoso.
Nós vos louvamos,
nós vos bendizemos,
nós vos adoramos,
nós vos glorificamos,
nós vos damos graças
por vossa imensa glória.
Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito,
Senhor Deus, Cordeiro de Deus,
Filho de Deus Pai.
Vós que tirais o pecado do mundo,
tende piedade de nós.
Vós que tirais o pecado do mundo,
acolhei a nossa súplica.
Vós que estais à direita do Pai,
tende piedade de nós.
Só Vós sois o Santo,
só vós, o Senhor,
só vós, o Altíssimo,
Jesus Cristo,
com o Espírito Santo,
na glória de Deus Pai.
Amém.
ORAÇÃO COLETA
Terminado o hino, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram com o sacerdote, por algum tempo, em silêncio. Então o sacerdote, de braços abertos,
profere a oração Coleta:
Senhor nosso Deus, concedei-nos a graça de sempre nos alegrar em vosso serviço, porque só alcançaremos duradoura e plena felicidade sendo fiéis a vós, criador de todos os bens. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
O leitor dirige-se ao ambão e proclama a primeira leitura, que todos ouvem sentados. Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟: Graças a Deus.
O salmista ou o cantor canta ou recita o salmo, e o povo, o refrão.
Se houver uma segunda leitura, o leitor a proclama do ambão, como descrito acima. Para indicar o fim da leitura, o leitor aclama:
Leitor:Palavra do Senhor.
Todos respondem:
℟:Graças a Deus.
Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.
Enquanto isso, o Celebrante quando se usa incenso, coloca-o no turíbulo.
O pároco no qual estiver recebendo posse, faz a seguinte oração inclinado no altar:
Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu possa anunciar dignamente o vosso santo Evangelho.
O sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e velas, e diz:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
℟:Ele está no meio de nós.
O sacerdote diz:
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo N.,
E, enquanto isso, faz o sinal da cruz sobre o livro e, depois, sobre si mesmo, na fronte, na boca e no peito.
O povo aclama:
℟:Glória a vós, Senhor.
Então o sacerdote, se for o caso, incensa o livro, e proclama o Evangelho.
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote aclama:
℟: Palavra da Salvação.
Todos respondem:
℟: Glória a vós, Senhor.
Depois beija o livro, dizendo em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
Em seguida, faz-se a homilia, que compete ao sacerdote ou diácono; ela é obrigatória em todos domingos e festas de preceito e recomendada também nos outros dias.
RITO DE POSSE
Terminada a homilia, é silencioso que o novo pároco renove suas promessas que fez na ordenação, respondendo às perguntas do Bispo ou do presbítero delegado pelo ordinário local:
Pres.: Filho caríssimo, diante do povo que será entregue aos seus cuidados, renova o propósito de prometeste na tua ordenação.
Pres.: Queres desempenhar sempre o teu encargo, como fiel cooperador da Ordem episcopal, apascentando o rebanho do Senhor sob a direção do Espírito Santo?
Pároco: Quero.
Pres.: Queres celebrar com devoção e fidelidade os mistérios de Cristo, para louvor de Deus e santificação do povo cristão, segundo a tradição da Igreja?
Pároco: Quero.
Pres.: Queres unir-te, cada vez mais ao Cristo, Sumo Sacerdote, que se entregou ao Pai por nós, e ser com ele consagrado a Deus para a salvação dos homens?
Pároco: Quero.
Pres.: Queres com dignidade e sabedoria desenvolver o ministério da palavra, proclamando o Evangelho e ensinando a fé católica?
Pároco: Quero com a graça de Deus.
ENTREGA DOS SÍMBOLOS DO OFÍCIO ASSUMIDO
Pres.: Recebe, filho caríssimo, as chaves desta Igreja. Lembra-te que ela pertence a Cristo Jesus, pois é Ele próprio por meio dos seus ministros, quem ensina, governa e santifica os fiéis. Imploro ao Pai Eterno que te faça sempre mais digno de exercer tão santas funções.
Pres.: Recebe, ainda o Evangelho de Cristo, sê fiel anunciadores da Boa Nova do Senhor, instrua com fidelidade o povo a ti confiado, mediante os propósitos evangélicos.
Pres.: Recebe, filho dileto, o pão e o vinho, para oferecerdes o Santo Sacrifício pelo povo de Deus, pelo qual foste constituído sacerdote, profeta e rei.
Pres.: Recebe a Fonte Batismal, na qual irás administrar o Sacramento do Batismo e, por Ele, muitos irão renascer e poderão, pela misericórdia de Deus, ingressar na Igreja, que é o seu povo de particular propriedade; e se unirão com Cristo, que é o primogênito entre os muitos irmãos; e, finalmente, por terem recebido o Espírito de Adoção, poderão orar a Deus-Pai com o novo titulo de filhos.
Pres.: Recebe o Confessionário. Desta sede sagrada, o Senhor Jesus concede aos que estão oprimidos sob o peso dos seus pecados a graça de retornarem purificados no sangue redentor. Exerce, pois, com dignidade e fidelidade, este ministério que Cristo confiou à sua Igreja.
Pres.: Lembra-te de que a Eucaristia é o ápice e a fonte de todo culto e da vida cristã, onde se realiza a unidade do Povo de Deus e se completa a construção do Corpo de Cristo. Por isso, zela com todo cuidado para que a Eucaristia seja o centro de toda a ação pastoral e de toda a vida da paróquia.
DECLARAÇÃO SOLENE DE EMPOSSADO COMO PÁROCO
Pres.: Eu, Enzo Savelli di Castello, Bispo Diocesano do Planalto, declaro solenemente empossado como Pároco da paróquia N. o Reverendíssimo Senhor Padre N.

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