Livreto Celebrativo | Missa em Ação de Graças

   

SANTA MISSA EM
AÇÃO DGRAÇAS 
PELO
ANIVERSÁRIO NATALÍCIO 

BRASÍLA, BRASIL
13.07.2026

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ENTRADA SOLENE

O bispo paramentado com as vestes corais, e a estola na cor branca, posiciona-se diretamente na porta da igreja para sua entrada e aspersão do povo.
Outros bispos podem acompanhar, contudo, apenas o celebrante entra com vestes corais, os outros acompanham com veste talar.
O cura da catedral, também de vestes corais, acompanha o bispo, indo próximo a ele e auxiliando-o na aspersão.
Aqueles que estão de veste coral usam a estola branca e o barrete.
Na entrada solene, um ministro com a cruz processional acompanha indo a frente de todos.
Iniciando o canto, o bispo toma o aspersório e asperge o povo tanto a direita, tanto a esquerda.
Chegando ao altar faz-se a inclinação e o bispo, junto ao cura da catedral vão ao sacrário e rezam por alguns instantes.
Saindo da capela do sacrário, organizam-se para a procissão de entrada da missa.

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LAUDES SOLENES

PROCISSÃO DE ENTRADA

Estando todos em seus devidos lugares, usando a veste coral que lhes é devida, o presidente adentra pelo corredor acompanhado por dois ministros auxiliares e pelos cerimoniários, enquanto se canta um hino.

INVITATÓRIO

Chegando ao altar, o presidente se dirige à sede presidencial, previamente preparada. E, enquanto todos fazem sobre si o sinal da cruz, diz:

℣. Vinde, ó Deus, em meu auxílio.
℟. Socorrei-me sem demora.

O presidente prossegue:

℣. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.
℟. Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

HINO

Ainda de pé, todos entoam o hino.

Clarão da glória do Pai,
ó Luz, que a Luz origina,
sois Luz da Luz, fonte viva,
sois Luz que ao dia ilumina.

Brilhai, ó Sol verdadeiro,
com vosso imenso esplendor,
e dentro em nós derramai
do Santo Espírito o fulgor.

Também ao Pai suplicamos,
ao Pai a glória imortal,
ao Pai da graça potente,
que a nós preserve do mal.

Na luta fortes nos guarde
vencendo o anjo inimigo.
Nas quedas, dê-nos a graça,
de nós afaste o perigo.

As nossas mentes governe
num corpo casto e sadio.
A nossa fé seja ardente,
e não conheça desvio.

O nosso pão seja o Cristo,
e a fé nos seja a bebida.
O Santo Espírito bebamos
nas fontes puras da vida.

Alegre passe este dia,
tão puro quanto o arrebol.
A fé, qual luz cintilante,
refulja em nós como o sol.

A aurora em si traz o dia.
Vós, como aurora, brilhai:
ó Pai, vós todo no Filho,
e vós, ó Verbo, no Pai.

SALMODIA

Todos se sentam. Tem-se início a Salmodia.

Ant. 1 Felizes os que habitam vossa casa, ó Senhor!

(Sl 83(84))

Saudades do templo do Senhor
Não temos aqui cidade permanente, mas estamos à procura daquela que está para vir (Hb 13,14).

2 Quão amável, ó Senhor, é vossa casa, *
quanto a amo, Senhor Deus do universo!
3 Minha alma desfalece de saudades *
e anseia pelos átrios do Senhor!
– Meu coração e minha carne rejubilam *
e exultam de alegria no Deus vivo!

=4 Mesmo o pardal encontra abrigo em vossa casa, †
e a andorinha ali prepara o seu ninho, *
para nele seus filhotes colocar:
 vossos altares, ó Senhor Deus do universo! *
vossos altares, ó meu Rei e meu Senhor!

5 Felizes os que habitam vossa casa; *
para sempre haverão de vos louvar!
6 Felizes os que em vós têm sua força, *
e se decidem a partir quais peregrinos!

=7 Quando passam pelo vale da aridez, †
o transformam numa fonte borbulhante, *
pois a chuva o vestirá com suas bênçãos.
8 Caminharão com um ardor sempre crescente *
e hão de ver o Deus dos deuses em Sião.

9 Deus do universo, escutai minha oração! *
Inclinai, Deus de Jacó, o vosso ouvido!
10 Olhai, ó Deus, que sois a nossa proteção, *
vede a face do eleito, vosso Ungido!

11 Na verdade, um só dia em vosso templo *
vale mais do que milhares fora dele!
 Prefiro estar no limiar de vossa casa, *
a hospedar-me na mansão dos pecadores!

12 O Senhor Deus é como um sol, é um escudo, *
e largamente distribui a graça e a glória.
 O Senhor nunca recusa bem algum *
àqueles que caminham na justiça.
13 Ó Senhor, Deus poderoso do universo, *
feliz quem põe em vós sua esperança!

Ant. 1 Felizes os que habitam vossa casa, ó Senhor!

Após um tempo em silêncio.

Ant. 2 Vinde, subamos a montanha do Senhor!

(Is 2,2-5)

A montanha da casa do Senhor
é mais alta do que todas as montanhas
Todas as nações virão prostrar-se diante de Ti (Ap 15,4).

2 Eis que vai acontecer no fim dos tempos, *
que o monte onde está a casa do Senhor
 será erguido muito acima de outros montes, *
e elevado bem mais alto que as colinas.

 Para ele acorrerão todas as gentes, *
3 muitos povos chegarão ali dizendo:
 “Vinde, subamos a montanha do Senhor, *
vamos à casa do Senhor Deus de Israel,

 para que ele nos ensine seus caminhos, *
e trilhemos todos nós suas veredas.
 Pois de Sião a sua Lei há de sair, *
Jerusalém espalhará sua Palavra”.

4 Será ele o Juiz entre as nações *
e o árbitro de povos numerosos.
 Das espadas farão relhas de arado *
e das lanças forjarão as suas foices.

 Uma nação não se armará mais contra a outra, *
nem haverão de exercitar-se para a guerra.
5 Vinde, ó casa de Jacó, vinde, achegai-vos, *
caminhemos sob a luz do nosso Deus!

Ant. 2 Vinde, subamos a montanha do Senhor!

Após um tempo em silêncio.

Ant. 3 Cantai ao Senhor Deus, bendizei seu santo nome!

(Sl 95(96))

Deus, Rei e Juiz de toda a terra
Cantavam um cântico novo diante do trono, na presença do Cordeiro (cf. Ap 14,3).

=1 Cantai ao Senhor Deus um canto novo, †
2 cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! *
Cantai e bendizei seu santo nome!

= Dia após dia anunciai sua salvação, †
3 manifestai a sua glória entre as nações, *
e entre os povos do universo seus prodígios!

=4 Pois Deus é grande e muito digno de louvor, †
é mais terrível e maior que os outros deuses, *
5 porque um nada são os deuses dos pagãos.

= Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus: †
6 diante dele vão a glória e a majestade, *
e o seu templo, que beleza e esplendor!

=7 Ó família das nações, dai ao Senhor, †
ó nações, dai ao Senhor poder e glória, *
8 dai-lhe a glória que é devida ao seu nome!

= Oferecei um sacrifício nos seus átrios, †
9 adorai-o no esplendor da santidade, *
terra inteira, estremecei diante dele!

=10 Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” †
Ele firmou o universo inabalável, *
e os povos ele julga com justiça.

11 O céu se rejubile e exulte a terra, *
aplauda o mar com o que vive em suas águas;
12 os campos com seus frutos rejubilem *
e exultem as florestas e as matas

13 na presença do Senhor, pois ele vem, *
porque vem para julgar a terra inteira.
 Governará o mundo todo com justiça, *
e os povos julgará com lealdade.

Ant. 3 Cantai ao Senhor Deus, bendizei seu santo nome!

LEITURA BREVE
(Tg 2,12-13)

Um dos ministros auxiliares se levanta e se dirige ao ambão, de onde recita a leitura breve.

Falai e procedei como pessoas que vão ser julgadas pela Lei da liberdade. Pensai bem: O juízo vai ser sem misericórdia para quem não praticou misericórdia; a misericórdia, porém, triunfa do juízo.

RESPONSÓRIO BREVE

Após a leitura, todos se levantam. Prossegue-se o responsório.

R. O Senhor seja bendito,
* Bendito seja eternamente!

R. O Senhor seja bendito,
* Bendito seja eternamente!

V. Só o Senhor faz maravilhas.
* Bendito seja eternamente!

V. Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo.

R. O Senhor seja bendito,
* Bendito seja eternamente!

CÂNTICO EVANGÉLICO
(Lc 1, 68-79)

Em seguida, canta-se o Cântico.

No início do primeiro verso após a antífona, todos fazem sobre si o sinal da cruz.

Ant. Bendito seja o Senhor nosso Deus!

O Messias e seu Precursor

68 Bendito seja o Senhor Deus de Israel, *
que a seu povo visitou e libertou;
69 e fez surgir um poderoso Salvador *
na casa de Davi, seu servidor,
70 como falara pela boca de seus santos, *
os profetas desde os tempos mais antigos,
71 para salvar-nos do poder dos inimigos *
e da mão de todos quantos nos odeiam.
72 Assim mostrou misericórdia a nossos pais, *
recordando a sua santa Aliança
73 e o juramento a Abraão, o nosso pai, *
de conceder-nos 74 que, libertos do inimigo,
= a ele nós sirvamos sem temor †
75 em santidade e em justiça diante dele, *
enquanto perdurarem nossos dias.
=76 Serás profeta do Altíssimo, ó menino, †
pois irás andando à frente do Senhor *
para aplainar e preparar os seus caminhos,
77 anunciando ao seu povo a salvação, *
que está na remissão de seus pecados;
78 pelo amor do coração de nosso Deus, *
Sol nascente que nos veio visitar
79 lá do alto como luz resplandecente *
a iluminar a quantos jazem entre as trevas
= e na sombra da morte estão sentados †
e para dirigir os nossos passos, *
guiando-nos no caminho da paz.

 Glória ao Pai e ao Filho e ao Espírito Santo. *
Como era no princípio, agora e sempre. Amém.

(Ou):

Demos glória a Deus Pai onipotente
e a seu Filho, Jesus Cristo, Senhor nosso, †
e ao Espírito que habita em nosso peito *
pelos séculos dos séculos. Amém.

Ant. Bendito seja o Senhor nosso Deus!

PRECES

O presidente prossegue:

Roguemos a Deus Pai, que colocou os seres humanos no mundo para trabalharem em harmonia para sua glória; e peçamos com fervor:

R. Senhor, ouvi-nos, para louvor da vossa glória!

Deus, Criador do universo, nós vos bendizemos por tantos bens da criação que nos destes,
– e pela vida que nos conservastes até este dia.

R. Senhor, ouvi-nos, para louvor da vossa glória!

Olhai para nós ao iniciarmos o trabalho cotidiano,
– para que, colaborando na vossa obra, tudo façamos de acordo com a vossa vontade.

R. Senhor, ouvi-nos, para louvor da vossa glória!

Fazei que o nosso trabalho de hoje seja proveitoso para os nossos irmãos e irmãs,
– a fim de que todos juntos construamos uma sociedade mais justa e fraterna aos vossos olhos.

R. Senhor, ouvi-nos, para louvor da vossa glória!

A nós e a todos os que neste dia se encontrarem conosco,
– concedei a vossa alegria e vossa paz.

R. Senhor, ouvi-nos, para louvor da vossa glória!

(intenções livres)

Pai nosso…

ORAÇÃO

Terminado o Pai Nosso, o presidente diz:

Oremos.

E todos oram com o mesmo, por algum tempo, em silêncio.

Então o presidente reza a oração.

Senhor nosso Deus, Rei do céu e da terra, dirigi e santificai nossos corações e nossos corpos, nossos sentimentos, palavras e ações, na fidelidade à vossa lei e na obediência à vossa vontade, para que, hoje e sempre, por vós auxiliados, alcancemos a liberdade e a salvação. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
℟. Amém.

CONCLUSÃO DA HORA

Concluindo o ofício, dá-se a bênção final.

O Senhor nos abençoe nos livre de todo o mal ✠ e nos conduza à vida eterna .
℟. Amém.

Então o presidente conclui.

Bendigamos ao Senhor.
℟. Demos graças a Deus.

E, como no início, todos se retiram.

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ANTÍFONA DE ENTRADA 
(Cf. Sl 16, 15)

Se não há cântico de entrada, recita-se a antífona:
Contemplarei, justificado, a vossa face; e ficarei saciado quando se manifestar vossa glória.

PROCISSÃO DE ENTRADA 

Chegando ao altar e feita a devida reverência, o celebrante beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.

SAUDAÇÃO

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres.: Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Ass.: Amém.

O Bispo, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres.: A paz esteja convosco.
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

O sacerdote, o diácono ou outro ministro poderá, com brevíssimas palavras, introduzir os fiéis na Missa do dia.

GLÓRIA

Quando for prescrito, canta-se ou recita-se em seguida o hino:
Ass.: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por ele amados. Senhor Deus, rei dos céus, Deus Pai todo-poderoso: nós vos louvamos, nós vos bendizemos, nós vos adoramos, nós vos glorificamos, nós vos damos graças por vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai. Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós. Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica. Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo, só vós, o Senhor, só vós, o Altíssimo, Jesus Cristo, com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém.

ORAÇÃO DA COLETA

Terminado, de mãos unidas, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo. Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração:
Ó Deus, que mostrais a luz da vossa verdade aos que erram, para retornarem ao bom caminho, dai aos que professam a fé, rejeitar o que não convém ao cristão e abraçar tudo o que é digno deste nome. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

LITURGIA DA PALAVRA

O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Primeira Leitura 
(Is 1, 10-17)

Leitor: Leitura do Livro do Profeta Isaías.
10Ouvi a palavra do Senhor, magistrados de Sodoma, prestai ouvidos ao ensinamento do nosso Deus, povo de Gomorra. 11Que me importa a abundância de vossos sacrifícios? — diz o Senhor. Estou farto de holocaustos de carneiros e de gordura de animais cevados; do sangue de touros, de cordeiros e de bodes, não me agrado. 12Quando entrais para vos apresentar diante de mim, quem vos pediu para pisardes os meus átrios? 13Não continueis a trazer oferendas vazias! O incenso é para mim uma abominação! Não suporto lua nova, sábado, convocação de assembleia: iniquidade com reunião solene! 14Vossas luas novas e vossas solenidades, eu as detesto! Elas são para mim um peso, estou cansado de suportá-las. 15Quando estendeis as vossas mãos, escondo de vós os meus olhos. Ainda que multipliqueis a oração, eu não ouço: Vossas mãos estão cheias de sangue! 16Lavai-vos, purificai-vos. Tirai a maldade de vossas ações de minha frente. Deixai de fazer o mal! 17Aprendei a fazer o bem! Procurai o direito, corrigi o opressor. Julgai a causa do órfão, defendei a viúva.

Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass.:
Graças a Deus.

(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.)

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.

Salmo Responsorial
(Sl 49(50), 8-9. 16bc-17. 21 e 23 (R. 23b))

℟. A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus.

— Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos. ℟.

— Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha Aliança em tua boca? Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios! ℟.

— Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti? É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos. ℟.

— Quem me oferece um sacrifício de louvor, este sim é que honra de verdade. A todo homem que procede retamente eu mostrarei a salvação que vem de Deus. ℟.

O leitor dirige-se ao ambão para a segunda leitura, que todos ouvem sentados.

Aclamação ao Evangelho

Segue-se o Aleluia ou outro canto estabelecido pelas rubricas, conforme o tempo litúrgico exige.

Aleluia, Aleluia, Aleluia.
Felizes os que são perseguidos por causa da justiça do Senhor, porque o reino dos céus há de ser deles! 
(Mt 5, 10)

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác.: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác.: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres.: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

Evangelho
(Mt 10, 34 – 11, 1)

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác. ou Sac.:
O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass.: Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác. ou Sac.: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
Ass.: Glória a vós, Senhor.

Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 10, 34“Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer a paz, mas sim a espada. 35De fato, vim separar o filho de seu pai, a filha de sua mãe, a nora de sua sogra. 36E os inimigos do homem serão os seus próprios familiares. 37Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim, não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. 38Quem não toma a sua cruz e não me segue, não é digno de mim. 39Quem procura conservar a sua vida vai perdê-la. E quem perde a sua vida por causa de mim vai encontrá-la. 40Quem vos recebe, a mim recebe; e quem me recebe, recebe aquele que me enviou. 41Quem recebe um profeta, por ser profeta, receberá a recompensa de profeta. E quem recebe um justo, por ser justo, receberá a recompensa de justo. 42Quem der, ainda que seja apenas um copo de água fresca, a um desses pequeninos, por ser meu discípulo, em verdade vos digo: não perderá a sua recompensa”. 11, 1Quando Jesus acabou de dar essas instruções aos doze discípulos, partiu daí, a fim de ensinar e pregar nas cidades deles.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác. ou Sac.: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass.: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.

HOMILIA

Depois da leitura do Evangelho, o Bispo faz a homilia a partir dos textos proclamados na Liturgia da Palavra.

LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres.: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres.: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass.: Bendito seja Deus para sempre!

O sacerdote, inclinando, reza em silêncio:
Pres.: De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.

Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois, o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.

O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres.: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

CONVITE À ORAÇÃO

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres.: Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

O povo responde:
Ass.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a sua santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas.
Olhai, Senhor, os dons da Igreja em oração e concedei que os fiéis que os recebem possam crescer em santidade. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass.: Amém.

PREFÁCIO
Jesus, o bom samaritano
JESUS, O BOM   
  
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós.

Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres.: Corações ao alto.
Ass.: O nosso coração está em Deus.

O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass.: É nosso dever e nossa salvação
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres.: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, em todos os momentos da nossa vida, na saúde e na doença, no sofrimento e na alegria, por vosso servo Jesus, nosso Redentor. 
Em sua vida terrena, ele passou fazendo o bem e socorrendo todos os que eram prisioneiros do mal. Ainda hoje, como bom samaritano, vem ao encontro de todos os que sofrem no corpo ou no espírito, e derrama em suas feridas o óleo da consolação e o vinho da esperança. 
Por este dom da vossa graça, também quando nos vemos submergidos na noite da dor, vislumbramos a luz pascal em vosso Filho morto e ressuscitado. 
Por isso, com os Anjos e os Santos, proclamamos a vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:

SANTO

Ao final, une as mãos e, com o povo, canta ou diz em voz alta:
Ass.: Santo, Santo, Santo, Senhor Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!

ORAÇÃO EUCARÍSTICA I

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Bento, o nosso Bispo Enzo Savelli, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
A assembleia aclama:  
Ass.: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!

1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas DOM ENZO SAVELLI (aniversário natalício)
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.
A assembleia aclama:  
Ass.: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!

2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria, a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião) e a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. 
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:  
Ass.: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:  
Ass.: Enviai o vosso Espírito Santo!

Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres.: Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E COMEI: ISTO É O MEU CORPO, QUE SERÁ ENTREGUE POR VÓS.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo genuflexão para adorá-la.

Pres.: Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos, dizendo:
inclina-se levemente
TOMAI, TODOS, E BEBEI: ESTE É O CÁLICE DO MEU SANGUE, O SANGUE DA NOVA E ETERNA ALIANÇA, QUE SERÁ DERRAMADO POR VÓS E POR TODOS PARA REMISSÃO DOS PECADOS. FAZEI ISTO EM MEMÓRIA DE MIM.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.

Pres.: Mistério da fé!
Ass.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!

O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
A assembleia aclama:  
Ass.: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!

Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:  
Ass.: O Espírito nos una num só corpo!

3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N.* que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)
A assembleia aclama:  
Ass.: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.

E prossegue:
4C: Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós.

DOXOLOGIA

Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
O povo aclama:
Ass.: Amém. 

RITO DA COMUNHÃO

Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz, de mãos unidas:
Pres.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

ORAÇÃO DO SENHOR

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass.: Amém.

O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass.: O amor de Cristo nos uniu.

SAUDAÇÃO DA PAZ

Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác.: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

FRAÇÃO DO PÃO

Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres.: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres.: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.

O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres.: Felizes os convidados para a Ceia do Senhor.

Pres.: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

ANTÍFONA DE COMUNHÃO
(Jo 6, 56)

Se, porém, não se canta, a antífona que vem no Missal pode ser recitada ou pelos fiéis, ou por alguns deles, ou por um leitor, ou então pelo próprio sacerdote depois de ter comungado e antes de dar a Comunhão aos fiéis:

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue, permanece em mim e eu nele, diz o Senhor.

COMUNHÃO

Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO

De pé, junto à cadeira ou ao altar, o sacerdote diz:
Pres.: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Alimentados pelos vossos dons, nós vos pedimos, Senhor, que cresçam em nós os frutos da nossa salvação cada vez que celebramos este mistério. Por Cristo, nosso Senhor.
Ao terminar, o povo aclama
Ass.: Amém. 

Se necessário, fazem-se breves comunicações ao povo

BÊNÇÃO FINAL

Em lugar da bênção habitual, pode-se dar a bênção seguinte.
O sacerdote abrindo os braços, saúda o povo:

Pres.: Dominus vobiscum.
Ass.: Et cum spiritu tuo.

Pres.: Sit nomen Domini benedictum.
Ass.: Ex hoc nunc et usque in sæculum.

Pres.: Adiutorium nostrum in nomine Domini.
Ass.: Qui fecit cælum et terram. 

Pres.: Et benedictio Dei omnipotentis, Patris  et Filii  et Spiritus  sancti, descendat super vos et maneat semper.
Ass.: Amen.

Depois, o diácono ou o próprio sacerdote diz ao povo, unindo as mãos:
Pres. ou Diác.: Ite, missa est.
Ass.: Deo grátias.

Então o sacerdote beija o altar em sinal de veneração, como no início. Feita a devida reverência, retira-se com os ministros.

Caso ocorra ainda alguma ação litúrgica omite-se o rito de despedida.

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